![]() |
| Manhã nublada em SP |
Chegando lá, sentei no ponto pra esperar o ônibus e um grande grupo, com mochilas cargueiras, todos com camisetas identificando o time, lotou a fila. Creio que iam descer a Garganta do Diabo, boa sorte pra eles! Eis que me aparece uma jovem, esperando seu grupo também, pois estava adiantada. Conversei com a Camila sobre trilhas e lugares perigosos do mundo, além de cobras peçonhentas, além de trocar informações sobre o grupo de trilhas dela. Quem sabe agora eu não acho gente pra fazer algumas travessias perigosas? Me despedi da simpática Camila e peguei o ônibus rumo à Paranapiacaba e ao começo da minha corrida.
![]() |
| Céu azul e corrida, precisa de mais? |
![]() |
| Vilarejo de Taquarussu |
![]() |
| Bifurcação depois do pesqueiro |
Atravessando o riozinho(com uma pequena barragem que alguém fez, ficou legal), a trilha começa de fato, e lá de cima já é possível avistar a Pedra Grande. Seguindo o caminho você acaba dando no começo da trilha pra Pedra, mas existem dois desvios curiosos. Ambos ficam em um pequeno vale, onde há uma casinha solitária, e a estrada tem canos de água preto do lado esquerdo. Antes da trilha começar a subir, há um caminho com alguns dutos de cimento logo na curva, alguns motoqueiros que estavam zanzando por ali pegaram ela e foram dar na porteira logo antes da entrada pra Pedra Grande(encontrei com eles lá, algum tempo depois), mas nunca andei por esse caminho, só vi ele por causa dos motoqueiros.
![]() |
| Motoriders |
Logo depois do lago verde, subindo a estradinha por debaixo de alguns pés de banana, há uma bifurcação mascarada(aqui que um dos atalhos dá, eu peguei ele da primeira vez e voltei na trilha rs).
![]() |
| De frente para a casinha |
A trilha é fácil de seguir, só se atente pra não errar o acesso à pedra, que é um barranco íngreme à esquerda, pois a trilha continua em frente(aqui que eu me perdi pela terceira vez, fui reto no barranco e perdi 50mins lá na frente, tentando achar uma trilha que não existia). Para subir, escalaminhada! Cuidado com o chão escorregadio de folhas de bambu e os pontos que parecem seguros para apoiar os pés, são bem traiçoeiros, mas o caminho em si é fácil, sem erro de trilhas adjacentes.
![]() |
| Silêncio, vento e vastidão |
![]() |
| Triste, mas presente |
Cheguei no topo às 11:50, descansei, tirei fotos e comi minhas 12 bananas. 12:15 comecei a descida e voltei à entrada da trilha às 12:40. Daí pra frente foi só continuar a corrida pela estradinha simpática até o bairro de Quatingá. Essa parte foi a mais divertida de todas, pois saí desvairado nas descidas cheias de pedras, pisando freneticamente e sem levar um escorregão sequer :D Acho que nunca corri tão rápido na minha vida rs.
A trilha toda tem aproximadamente 17kms, em um passo tranquilo pode ser completada em até 8hrs, e não tem pontos de água potável, portanto, leve bastante água e comida!
Cheguei no ponto de ônibus de Quatingá às 13:15, baixando minhas mais de 6 horas anteriores para meras 2 horas e 45 mins. E o melhor: sei que é possível baixar esse tempo mais ainda! Daqui alguns meses eu volto lá e dou cabo disso :D Depois foi só pegar o ônibus C193 e ir para a estação da CPTM, e depois... casa! (chegar em casa demorou mais de 2hrs rs). E dessa vez não fiquei tão cansado quanto antes >=) foi um excelente domingo!
Provavelmente o próximo desafio será a Serra do Voturuna, lar de mutucas... vai ser um grande desafio õO










Nenhum comentário:
Postar um comentário